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GUERRA NO RIO DE JANEIRO.


 

PM-RJ divulga novo balanço das operações desta sexta-feira (26).

Rio de Janeiro (O REPÓRTER) - A Polícia Militar divulgou no fim da tarde desta sexta-feira (26), um novo balanço com as operações de combate aos ataques no Rio. Até agora, foram dois bandidos presos, quatro mortos e dois feridos. Além disso, foram apreendidas cinco armas de porte (pistolas e revolveres), oito coquetéis molotovs e uma garrafa de gasolina.

Ataques de traficantes deixam RJ em clima de guerra.
 
O Rio de Janeiro vive um clima de guerra nesta quarta-feira. Mais de 29 veículos foram queimados nas últimas 24 horas e uma cabine da polícia foi metralhada. A ação é uma possível reação dos traficantes à ocupação das favelas pelas UPPs (Unidades de Polícia Pacificadora).

Desde segunda-feira, a polícia realiza uma operação de combate aos criminosos. Mais de 150 pessoas foram presas desde o início da ação e 21 morreram durante os confrontos.

No Morro da Fé, a movimentação no asfalto em torno da favela era controlada pelos bandidos, que afirmavam estar preparado para um tiroteio intenso. Sete carros blindados foram usados no contra-ataque. Cem homens fizeram um cerco estratégico.

A polícia tem informação de que autores dos ataques estão escondidos no local. O clima de tensão mudou a rotina de quem vive na região. O comércio fechou as portas e os passageiros dos ônibus ficaram desesperados.

À tarde, o Bope, a tropa de elite da Polícia Militar do Rio de Janeiro, ocupou uma das áreas mais violentas da cidade, a Vila Cruzeiro, no conjunto de favelas do Alemão. Do alto da igreja da Penha era possível ver a movimentação dos criminosos. A polícia também ocupou o conjunto de favelas de Manguinhos, na zona norte.

Por volta das 7h30 um ônibus foi queimado em Vicente de Carvalho. Homens entraram no veículo, mandaram os passageiros descerem e derramaram gasolina. Em Cavalcanti, este homem teve o carro atacado na porta de casa.

Na zona sul da cidade, caixas de madeira fechadas com cadeados foram deixadas em praças movimentadas de Ipanema, Copacabana e Lagoa Rodrigo de Freitas. O esquadrão anti-bomba foi chamado, mas o que parecia uma ameaça era apenas uma campanha publicitária.

Esta madrugada teve a série de ataques mais intensos. Em Niterói, São Gonçalo e na baixada fluminense, nove carros foram incendiados, três ônibus queimados e uma cabine da PM fuzilada.



Crítica:

Essa porra do Estado causou tudo isso. Primeiro pelo fato, as drogas que foram jogadas para o favelado, onde começou o tráfico, com o tráfico o Estado lucra com isso. Outra são as armas que entram para o traficante, que são armas de exercito, quem será que colocou lá dentro?Deve ter gente corrupta que vende arma, culpa do sistema capitalista. Agora quem sofre é a parte carente que não tem nada a vê com esses manipuladores, esses traficantes são tudo marionetes desses safados. Eles querem ver pobre “cherando”, traficando, roubando, faz parte do sistema deles, onde eles lucram com os presídios e traz notícia para o jornal e no mundo.